<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>MTé Comunicação</title>
	<atom:link href="http://site.mtecomunicacao.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://site.mtecomunicacao.com</link>
	<description>de Michelle Thomé</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Aug 2010 20:05:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.4" -->
		<copyright>2006-2007 </copyright>
		<managingEditor>sgarbe84@gmail.com (MT&eacute; Comunica&ccedil;&atilde;o)</managingEditor>
		<webMaster>sgarbe84@gmail.com (MT&eacute; Comunica&ccedil;&atilde;o)</webMaster>
		<category>posts</category>
		<itunes:keywords></itunes:keywords>
		<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
		<itunes:summary>de Michelle Thomeacute;</itunes:summary>
		<itunes:author>MT&eacute; Comunica&ccedil;&atilde;o</itunes:author>
		<itunes:category text="Society &amp; Culture"/>
		<itunes:owner>
			<itunes:name>MT&eacute; Comunica&ccedil;&atilde;o</itunes:name>
			<itunes:email>sgarbe84@gmail.com</itunes:email>
		</itunes:owner>
		<itunes:block>No</itunes:block>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:image href="http://www.mtecomunicacao.com/www2/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<image>
			<url>http://www.mtecomunicacao.com/www2/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
			<title>MTé Comunicação</title>
			<link>http://site.mtecomunicacao.com</link>
			<width>144</width>
			<height>144</height>
		</image>
		<item>
		<title>Exposição &#8220;Arte brasileira nos acervos de Curitiba&#8221; dia 31/8</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/exposicao-arte-brasileira-nos-acervos-de-curitiba-dia-318/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/exposicao-arte-brasileira-nos-acervos-de-curitiba-dia-318/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 20:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=909</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://site.mtecomunicacao.com/wp-content/uploads/2010/08/convite_arte_brasileira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-910" title="convite_arte_brasileira" src="http://site.mtecomunicacao.com/wp-content/uploads/2010/08/convite_arte_brasileira.jpg" alt="" width="614" height="868" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/exposicao-arte-brasileira-nos-acervos-de-curitiba-dia-318/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curso de gerenciamento de crise dia 28/8</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/curso-de-gerenciamento-de-crise-dia-288/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/curso-de-gerenciamento-de-crise-dia-288/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=905</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://site.mtecomunicacao.com/wp-content/uploads/2010/08/GERENCIAMENTO_DE_CRISE1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-906" title="Como gerenciar uma crise?" src="http://site.mtecomunicacao.com/wp-content/uploads/2010/08/GERENCIAMENTO_DE_CRISE1-723x1024.jpg" alt="" width="723" height="1024" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/curso-de-gerenciamento-de-crise-dia-288/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O paletó jurídico</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/o-paleto-juridico/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/o-paleto-juridico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=900</guid>
		<description><![CDATA[Não podemos sair de casa sem ele. Não, não estou me referindo ao telefone celular. Falo do paletó jurídico – uma metáfora para o comportamento profissional dentro e fora do ambiente de trabalho –  que devemos vestir assim que deixamos nossa vida pessoal. “Vestir o paletó jurídico” quer dizer comportar-se como uma extensão da empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não podemos sair de casa sem ele. Não, não estou me referindo ao telefone celular. Falo do paletó jurídico – uma metáfora para o comportamento profissional dentro e fora do ambiente de trabalho –  que devemos vestir assim que deixamos nossa vida pessoal.</p>
<p>“Vestir o paletó jurídico” quer dizer comportar-se como uma extensão da empresa com a qual estamos aliados no momento. A nossa imagem pessoal reflete na imagem da empresa e vice-versa. Afinal de contas, a empresa é composta pelas pessoas que nela decidiram aplicar sua força de trabalho.</p>
<p>Mesmo quando não estamos no nosso horário de trabalho, mas temos contato com colegas, clientes, fornecedores e parceiros, somos olhados na dimensão da empresa na qual trabalhamos. E, por isso, devemos nos comportar como pessoa jurídica e não como pessoa física nestas situações.</p>
<p>Se não tivermos um comportamento profissional adequado, vamos ouvir comentários do tipo “fulano, da empresa X, fez tal coisa”. É como se a empresa fosse o nosso sobrenome.</p>
<p>Portanto, vamos deixar para externar o nosso lado “pessoa física” nos horários de lazer com nossos amigos e familiares.</p>
<p>Michelle Thomé é jornalista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/o-paleto-juridico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O cartão de visita abre portas</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/o-cartao-de-visita-abre-portas/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/o-cartao-de-visita-abre-portas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=898</guid>
		<description><![CDATA[Fazemos contatos profissionais com pessoas até então desconhecidas o tempo todo e temos o cartão de visita como uma ferramenta de comunicação útil se quisermos ser procurados ou transformarmos este contato inicial erm relacionamento. O melhor momento para sacar do paletó – ou da bolsa – o cartão é no ato da apresentação. “Meu nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazemos contatos profissionais com pessoas até então desconhecidas o tempo todo e temos o cartão de visita como uma ferramenta de comunicação útil se quisermos ser procurados ou transformarmos este contato inicial erm relacionamento.</p>
<p>O melhor momento para sacar do paletó – ou da bolsa – o cartão é no ato da apresentação. “Meu nome é fulano, muito prazer, aqui está o telefone e e-mail da empresa onde trabalho&#8230;” Mas se perdermos este momento, podemos aproveitar um gancho da conversa em que o assunto é a empresa ou a atividade desenvolvida. Ainda há uma terceira oportunidade: na despedida, quando podemos elaborar aquela frase “vou te deixar meu cartão&#8230;”</p>
<p>Quando estamos preparados para o networking, o cartão não está misturado às contas a pagar no fundo da bolsa. Inimaginável a cena de tatearmos insistentemente toda a dimensão da bolsa à procura de um retângulo de papel de 9 x 5 cm. O cartão também não está dentro da carteira (no meio do  talão de cheque), que nunca é guardada no bolso traseiro da calça. É óbvio que não. Sabemos que não é elegante entregar um cartão quentinho e levemente arredondado – pois é assim que o pobre pedaço de papel fica ao ser armazenado na carteira e colado (e moldado) ao corpo.</p>
<p>Onde estão os cartões? Posicionados dentro de um porta-cartão, que por sua vez está em um bolso de facílimo acesso, ao alcance das mãos.</p>
<p>Pois bem, entregamos o nosso e, ao recebermos o cartão do outro, valorizamos aquele pedaço de papel vergé, couché ou offset, destacando algo que há nele. Pode ser a logomarca da empresa, o endereço que é familiar, o sobrenome que foi ouvido em outros tempos&#8230; enfim, devemos atentar naquele pedaço de papel para algo que nos chamou a atenção e que pode servir para esticarmos a conversa e relacionarmos a figura à nossa frente ao conteúdo do cartão.</p>
<p>O que nunca iremos fazer – em nenhuma hipótese – é guardar o cartão do outro no maldito bolso traseiro da calça.</p>
<p>Para quem tem boa memória, este exercício é suficiente para a posteridade. Mas se você precisa de um reforço como eu, sugiro um adendo um pouco mais trabalhoso, mas hipereficiente: ao chegar na empresa, ou em casa, escreva no verso do cartão o local ou a situação onde conheceu aquela pessoa e a data. E alguma outra informação que considere relevante.</p>
<p>Depois disso, é só armazenarmos os cartões em um daqueles fichários ou objetos desenhados especificamente para este uso. Esta disciplina evita que nossas camisas sejam lavadas com pedaços de papel no bolso.</p>
<p>Levando-se em consideração que mais importante do que fazer contatos profissionais é saber acioná-los, faz sentido dedicar um pouco mais de tempo que o usual para organizar os cartões de visita. O seu e o dos outros.</p>
<p>Michelle Thomé é jornalista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/o-cartao-de-visita-abre-portas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Então é isso</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/entao-e-isso/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/entao-e-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=896</guid>
		<description><![CDATA[Perdi a conta de quantas vezes ouvi “então é isso” ao final de palestras, aulas ou programas de rádio e televisão. Mas ouvi o suficiente para estabelecer um concreto e duradouro horror à frase. Sessão confessionário: chego a soltar da poltrona e a apertar os dedos na mão de tanta angústia que sinto. É um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perdi a conta de quantas vezes ouvi “então é isso” ao final de palestras, aulas ou programas de rádio e televisão. Mas ouvi o suficiente para estabelecer um concreto e duradouro horror à frase. Sessão confessionário: chego a soltar da poltrona e a apertar os dedos na mão de tanta angústia que sinto.</p>
<p>É um desperdício: tanto estudo, pesquisa, exemplificação e dedicação – além do esforço em dominar a ferramenta da comunicação oral para resumir tudo, tudinho, em um pronome demonstrativo.</p>
<p>A finalização de uma ideia e a despedida em qualquer fala pública são as mensagens mais próximas que deixamos com nosso interlocutor e “isso” é definitivamente pouco e não serve para este fim. Bom, até serve, porém você não está legitimando seu conteúdo nem valorizando a oportunidade de contato com o público.</p>
<p>Então o que pode ser dito neste momento crucial? A resposta é animadora: quase tudo! Vejamos algumas opções:</p>
<ul>
<li>resumo do      conteúdo em duas frases;</li>
<li>agradecimento      pela atenção de todos;</li>
<li>simplesmente      “obrigado” ou “obrigada”;</li>
<li>formas de      contato, como e-mail ou telefone;</li>
<li>dicas de site      com mais informações sobre o tema;</li>
<li>indicação de      livros que leu (e gostou) sobre o assunto;</li>
<li>convite para uma      discussão mais aprofundada em outro encontro.</li>
</ul>
<p>E depois que você não resumiu seu conhecimento a “isso”, aguente os aplausos até o final, porque os receptores sabem reconhecer um bom emissor.</p>
<p>Michelle Thomé é jornalista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/entao-e-isso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nervosismo necessário</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/nervosismo-necessario/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/nervosismo-necessario/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=894</guid>
		<description><![CDATA[O excesso de nervosismo impede ou atrapalha a expressão pública, mas o que muitos não sabem é que mesmo o mais experiente dos palestrantes beneficia-se com uma pequena dose de nervosismo. Esta alteração do estado emocional é o que nos mantém alerta e faz com que tenhamos a rédea da apresentação do começo ao fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O excesso de nervosismo impede ou atrapalha a expressão pública, mas o que muitos não sabem é que mesmo o mais experiente dos palestrantes beneficia-se com uma pequena dose de nervosismo. Esta alteração do estado emocional é o que nos mantém alerta e faz com que tenhamos a rédea da apresentação do começo ao fim (introdução, desenvolvimento e conclusão).</p>
<p>O nervosismo é o reflexo de um dos nossos maiores temores: a rejeição. Ser rejeitado por uma pessoa dói e a possibilidade de não ser aprovado por meia dúzia ou por centenas de pessoas petrifica.</p>
<p>A boa notícia é que falar em público é uma técnica e não há melhor maneira para aperfeiçoar esta técnica do praticá-la. E como fazer isso no dia a dia? Aproveitando cada oportunidade que aparece, como a expressão de uma opinião durante uma reunião ou a apresentação de um projeto para os colegas de trabalho, por exemplo. Ao invés de ficarmos com receio de nos mostrar, devemos usar estas ocasiões como “laboratório” para desenvolver a habilidade de exposição pública.</p>
<p>Quanto mais praticarmos, mais entenderemos qual a melhor maneira de fazer com que a mensagem chegue o mais próxima possível da emissão aos interlocutores presentes. O foco tem que estar na qualidade da recepção das ideias, em como o conteúdo está sendo apreendido pela plateia.</p>
<p>Portanto, mais importante do que o conteúdo dito é o conteúdo entendido pelo público. E controlar o nervosismo fará com que falar em público seja uma atividade prazerosa e um atalho para o sucesso.</p>
<p>Michelle Thomé é jornalista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/nervosismo-necessario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Papo de elevador</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/papo-de-elevador/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/papo-de-elevador/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=892</guid>
		<description><![CDATA[Oi, tudo bem? Nossa, que frio, né? É difícil encontrar um assunto que renda mais que quatro frases dentro do elevador. Mas pior ainda é aquele constrangimento de não saber o que fazer nem para onde olhar enquanto subimos ou descemos com os companheiros de “viagem”. Principalmente porque aqui no Brasil temos o hábito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, tudo bem? Nossa, que frio, né? É difícil encontrar um assunto que renda mais que quatro frases dentro do elevador. Mas pior ainda é aquele constrangimento de não saber o que fazer nem para onde olhar enquanto subimos ou descemos com os companheiros de “viagem”. Principalmente porque aqui no Brasil temos o hábito de nos encostarmos nas três paredes disponíveis do elevador (ao contrário dos norte-americanos, que entram e se posicionam de frente para a porta), ficando face a face com os caroneiros.</p>
<p>A certeza do pouco tempo de permanência no cubículo não nos encoraja a puxar assuntos longos, que exigem tempo no relato de detalhes. Então, o silêncio funerário e as tradicionais reclamações sobre o clima – se está calor é quente demais, se está frio é daqueles congelantes e nunca ninguém está satisfeito – reinam neste espaço normalmente abafado pelas paredes de aço.</p>
<p>E é justamente neste ambiente inóspito que podemos treinar uma ferramenta de comunicação oral muitíssimo útil profissionalmente: a capacidade de captar a atenção do interlocutor com criatividade e objetividade, enfatizando os principais pontos do tema. Resumir é uma arte admirada no meio corporativo, onde o tempo é a moeda de maior valor.</p>
<p>Portanto, se quiser aprimorar a habilidade de resumir, encare as curtas jornadas diárias de elevador como um laboratório de teste da sua comunicação oral.</p>
<p>Michelle Thomé é jornalista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/papo-de-elevador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nilson Thomé lança livro sobre o escotismo</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/nilson-thome-lanca-livro-sobre-o-escotismo/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/nilson-thome-lanca-livro-sobre-o-escotismo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=889</guid>
		<description><![CDATA[Apreciações sobre o Movimento Escoteiro enquanto prática educativa Em 3 de setembro de 1960, Nilson Thomé fez a sua promessa de Escoteiro, no Fogo de Conselho que marcou a fundação do grupo Escoteiro Pindorama, na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina. Após quatro anos, ele saiu da tropa, mas&#8230; uma vez escoteiro, sempre escoteiro! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apreciações sobre o Movimento Escoteiro enquanto prática educativa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Em 3 de setembro de 1960, Nilson Thomé fez a sua promessa de Escoteiro, no Fogo de Conselho que marcou a fundação do grupo Escoteiro Pindorama, na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina. Após quatro anos, ele saiu da tropa, mas&#8230; uma vez escoteiro, sempre escoteiro! Cinqüenta anos depois, publica este livro sobre o Movimento Escoteiro, com dez capítulos, parte deles contemplando textos avulsos que já apresentou em eventos científicos e que já publicou em revistas científicas e, outra parte, formada por textos novos, onde enfoca o método educacional da instituição mundial como “pedagogia alternativa”.</p>
<p>O Escotismo é apresentado a partir da história do seu idealizador – Baden Powell – e a história da sua criação, expansão e chegada ao Brasil. Thomé aborda aspectos que envolveram o movimento hoje centenário, como o fascismo, o nazismo, o integralismo, o nacionalismo, o militarismo, aspectos de religiosidade e espiritualidade, os fundamentos e princípios, sua estrutura organizacional, apresenta outros movimentos paralelos e, claro, narra a sua história de vida da infância coincidente com a história da criação do Grupo Escoteiro Pindorama.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Este livro está disponibilizado ao público pelas editoras e livrarias virtuais do <strong>Clube de Autores</strong> e do <strong>AGBook</strong>, ambas de São Paulo, que atendem exclusivamente pela internet.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/08/nilson-thome-lanca-livro-sobre-o-escotismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reflexões para 2010</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2010/01/reflexoes-para-2010/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2010/01/reflexoes-para-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=856</guid>
		<description><![CDATA[Rodrigo Scama É pe-pessoal… Mais um ano vai-se indo e cá estou eu escrevendo a minha mensagem de Natal. De novo. E não sei para você, querido leitor, mas para mim parece que enviei o Feliz Natal de 2008 há pouco mais de uma semana. O tempo voa quando estamos nos divertindo. Voa rapidinho quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">Rodrigo Scama</p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Helvetica; margin: 0px;">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Helvetica; margin: 0px;">
<p><img class="alignleft size-full wp-image-865" src="http://site.mtecomunicacao.com/wp-content/uploads/2010/01/1244710_20103.jpg" alt="" />É pe-pessoal… Mais um ano vai-se indo e cá estou eu escrevendo a minha mensagem de Natal. De novo. E não sei para você, querido leitor, mas para mim parece que enviei o Feliz Natal de 2008 há pouco mais de uma semana. O tempo voa quando estamos nos divertindo.</p>
<p>Voa rapidinho quando se precisa fazer um mestrado. E pode-se aproveitar cada momento, cada livro, cada tirinha e cada história que é necessário ler, catalogar, identificar. E voa rapidinho mesmo entre começar a escrever e chegar a qualificação. E as poucas horas da qualificação também voam. Muito rápido. Mudanças grandes em pequenos tempos.</p>
<p>Voa tanto, e tão rapidamente que possivelmente você achava que o Obama estava lá há um bom tempo. Achando que Lula é o cara. Mas ele entrou só esse ano. Diferente do Sarney, que tenho dúvidas se um dia entrou. Acredito que sempre esteve lá. E roubando, naturalmente. Pobres irmãos Metralha, com esse tipo de concorrência é melhor tentar a vida honesta.</p>
<p>O tempo é relativo, como diria aquele moço que não consegue colocar a língua para dentro da boca, mas tem certas coisas que são muito mais rápidas que outras. O tempo das crianças é muito mais rápido que o nosso. Para nós. Para eles, é apenas o ritmo natural. Ver o Bernardo correr e falar pelos cotovelos é a certeza que o tempo voa. Até esses dias ele estava no colo e balbuciava. E a Malu, que até uns dias atrás era de colo, está correndo. Atrás do Bernardo. Isso sem falar no recém chegado Guigui, que quando eu terminar minha piscadela de velho vai estar correndo e falando com o irmão. E a Gabi já estuda de manhã. E o Bruno e a Isabele? Esses, que eu vejo a cada ano? O tempo deles é diferente do meu. O tempo para os velhos e gordos.</p>
<p>Não tão gordos quando Gornaldo, o fofômeno, que levou o timão ao título da Copa do Brasil e a vaga da libertadores em 2010. Nem tão gordo quando o Adriano Favela que levou o Flamengo ao título do Brasileiro. Mas o tempo para eles também voou. Mais lentamente, graças ao peso, mas voou.</p>
<p>Voou para eles como voou para meus alunos que, quando perceberam, já estavam em recuperação final ou aprovados. Quando perceberam já estavam nas bancas do Trabalho Final de Curso. Para eles, o tempo é relativo e muito, muito curto. Mas fizeram. E bem. O tempo curto também estimula os neurônios.</p>
<p>E esses neurônios funcionaram até durante a gripe suína. Esta epidemia que me fez escrever este texto apenas dia 23/12. Porque não tive tempo antes. A gripe acelerou o tempo.</p>
<p>Mas não foi de gripe que o Michael Jackson morreu. Sinceramente, nem sei do que ele morreu. Mas, como todo bom business man, lucrou ainda mais na morte. E  uma parte dos anos 80 morreu com ele. Beat it!</p>
<p>E quem quase morreu também foi o Massa. O Felipe, não o Ratinho. Graças ao brincalhão Rubinho, que pregou uma peça nele. Aliás, o tempo do Rubinho também foi bom. Rápido como nunca. Segundo como sempre.</p>
<p>E a vida das pessoas está tão corrida que a rapidez (do Massa, não do Rubinho) faz-se necessária. Tanto que a melhor coisa na internet de hoje é feita em apenas 140 caracteres. Cada postagem é muito rápida. Ler as postagens de todos seus contatos não.</p>
<p>Contatos que são muito mais divertidos ao vivo que mediados pelo computador. E a falta de tempo indica falta de convívio com os amigos. Daí cabe a nós dedicarmos um tempo àqueles que nos alegram. Àqueles que fazem nossas horas passarem mais rapidamente. Às custas de muitas gargalhadas. O tempo é relativo. Mas é relativamente curto. Aproveite ele ao máximo. Dê risadas, faça valer as amizades. Divirta-se com as crianças, cujo tempo é muito maior. Olhe para os lados, veja sua namorada linda (namorado para as meninas), curta um dia de sol, um bom filme, um livro, um joguinho de bola na TV. Mas aproveite. Afinal, se o tempo voa, faça-o voar em alto estilo!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2010/01/reflexoes-para-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cursos de Pós &#8211; Graduação Universidade Positivo</title>
		<link>http://site.mtecomunicacao.com/2009/12/pos-graduacao-universidade-positivo/</link>
		<comments>http://site.mtecomunicacao.com/2009/12/pos-graduacao-universidade-positivo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 17:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://site.mtecomunicacao.com/?p=828</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-829 alignleft" src="http://site.mtecomunicacao.com/wp-content/uploads/2009/12/AF-email-mkt-MBA-Executivo.jpg" alt="" width="581" height="761" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://site.mtecomunicacao.com/2009/12/pos-graduacao-universidade-positivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
